Vinho todos os dias! – Manifesto II

Quem disse que comida típica brasileira brasileira não combina com vinho? 

A próxima vez que você comer essas iguarias da nossa culinária, inove:

Muqueca Bahiana – delícia, cozida com leite de côco, coentro, um pouco de pimenta e dendê. Experimente com um Torrontes Argentino bem aromático para contrastar com o perfume exalado pelo cozido de peixe. Ou até mesmo com um Chardonnay que passou por barril de carvalho americano e ficou com cheiro e gostinho de côco bem saboroso.

Feijoada – (difícil!) contundente, exige soneca quase obrigatória depois de come-la. Sugiro acompanhá-la com um Jerez do tipo Oloroso seco. Se trata de um vinho branco fortificado, com álcool oscilando entre 18 e 20%, feito em Andaluzia. Intenso em aroma e sabor para fazer frente a um prato tão saboroso (e poderoso).

Aguardo opiniões dos que fizerem a experiência.

Contem-me seus pratos preferidos e discutimos com qual vinho podemos acompanhá-lo, afinal…

Tomar cerveja durante a refeição sacia a fome cedo demais e caipirinha embriaga as pessoas muito rápido!

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5 comentários sobre “Vinho todos os dias! – Manifesto II

  1. Estimado: Concuerdo en los maridajes propuestos sobre todo en el primero, creo que el torrontes argentino es un vino versatil que la gente todavia no acostumbra a incorporar en sus elecciones. Quisiera probar el 2 maridaje, el jerez oloroso es un vino complicado para mi gusto…pero no me niego a hacer la prueba!!!
    Pregunta….que maridaje propone para un carpaccio de llama?
    Aguardo respuesta…
    Saludos

    • Gabi, como la feijoada es un plato muy fuerte y contundente se me ocurrio un vino bien expresivo y alcoolico para equilibrar y incluso ayudar la digestion. La prueba tampoco la hice, tengo que hacer, porque no lo hacemos juntos cuando estes por aca?
      Cuanto al carpaccio de llama del Baqueano, es un plato digno para un Rossel Boher Millessimé o un Cruzat Rosé si el presupuesto es menor.

  2. E com o nosso tão popular e abrasileirado estrogonofe?
    E, puxando a brasa para o romóps (?) da polacada curitibana, com o pierógui?
    Tenho aqui os meus palpites… 😉

    • O estrogonofe com um branco mais untuoso com passo por carvalho Chardonnay/Viognier ou talvez um tinto leve, rendondo de Pinot Noir
      Romóps é bem salgado e azedo, tem que ser um branco com muita acidez – Sancerre talvez – ou um Jerez Fino. Ou tentar contrastar com um vinho bem aromático tipo Muscat seco ou Torrontes.
      Já o pierogui vai depender do molho que acompanhe…

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